segunda-feira, 25 de maio de 2009

Dica para o fim de semana: Matrix (Trilogia)

      "PARABÉNS PARABÉNS HOJE É O SEU DIA, QUE DIA MAIS FELIZ"


Não só porque é um ótimo filme....




Não só porque é uma ótima trilogia...
Mas também por estar comemorando 10 aninhos de vida.

A trilogia Matrix comemora esse mês de Maio 10 anos de existência....


Fica ai a dica para este final de semana, uma ótima trilogia, com uma ótima história, que pode te deixar pensando por horas e horas tentando decifrar tudo, de mensagens e morais, que nela estão contidas.


Uma das melhores trilogias a serem feitas...

Neo é realmente o Novo (New = Neo) Deus !

Total de estrelas (para a Trilogia): 5 estrelas !



sábado, 23 de maio de 2009

Uma noite no museu 2

Uma sensação de Déjà Vu.

Foi o que senti ao assistir Uma noite no museu 2.

Repetir fórmulas em Hollywood, ultimamente, tem sido o único meio de conseguir faturar.

O Cinema não consegue inovar. As vezes as repetições são boas, outras nem tanto.

"Uma noite no museu 2" é mais um exemplo de que repetições podem dar certo.


O público já tem a fórmula na mão, só resta a aplicação. Foi assim que o filme conseguiu estrear bem !


O filme começa, não exatamente do ponto da onde o outro parou, mas, alguns anos depois do primeiro filme e esse tempo fez com que Larry (Ben Stiller) ficasse rico com suas invenções. Até que uma noite (nossa, jura ?) ele resolve revisitar o antigo emprego, o Museu de História Natural. Chegando lá ele descobre que todas as peças estão sendo removidas e mudadas de lugar, sendo mandadas para o maior museu do mundo, o Smithsonian.


É com esse roteiro que a história se desenvolve. A placa que dá vida aos seres do museu é levada ao Smithsonian e ai a aventura começa e durante ela vemos Larry, escravo do seu Smartphone, tentando resolver os problemas, que não são poucos, que aparecem para ele.


Garanto que não é nem um pouco diferente do primeiro, so mudou o museu e o numero de personagens. O que me deixou bem triste foram que algumas personagens foram despensadas, Robbin Williams (Teddy Roosevelt), o diretor do antigo museus e o guardinha do Smithsonian foram muito pouco explorados, o que talvez prejudicou o humor do filme, que não deixa de ser bom.



Mas é o que eu disse, aquela cena do primeiro que os pequenos soldados Octavius e Jed furam o pneu do carro é repetida no novo filme, só que dessa vez somente com Octavius.


Dessa vez o filme possui mas ação que o outro, com uma chamada Guerra no Smithsonian.

Não tendo muito mais o que dizer, achei o filme bom, porém, achei desnecessária a continuação, mas se é assim que Hollywood fatura. Não tem absolutamente nada de diferente ,apenas, mais uma noite no museu. (que nesse filme é somente uma noite MESMO)



Total de estrelas: 3 estrelas !

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Anjos e Demônios


Não sou  um fã assíduo de filmes de ação.


Ron Howard dessa vez conseguiu tirar tudo de bom que havia no primeiro filme em troca da ação.

Não que isso seja ruim, é bem emocionante, mas eu senti falta das explicações do simbologista Robert Langdon.

O colunista do Omelete diz em sua crítica que o filme possui 6 clímax, eu discordo !

O filme em si é um clímax de pura ação crescente.

Mas Ron ouviu demais aos fãs de Código da Vinci, no primeiro filme da série reclamaram que faltou a ação e que o diretor abusou nas explicações (que eu acho fundamentais), nesse ele fez o contrário, só que em exagero, retirou todas as explicações e abusou da ação.

Se ele conseguisse equilibrar os dois por um instante o filme seria melhor.

O filme é violento, mas não da violência gratuita que vimos no filme daquele cara de garras (lembra dele ?). Anjos e demonios possui falas bem estruturadas, nada que uma pequena conversa resolva uma briga (que são poucas).

A história é excelente (sou fascinado por ela, Dan Brown está de parabéns), você não consegue desprender os olhinhos da telona e se o fizer, ah meu caro(a) leitor(a), com certeza perderá o fio da meada (falo isso pois fui ver uma mensagem no telefone e já perdi a concentração, voltando a entender a história um tempo depois).

Não sei quanto aos que leram o livro, mas eu tenho certeza de que posso afirmar que o acelerador de partículas LHC não estava presente no livro, pois este fora publicado muito antes, mas acho que deveria existir a "partícula de Deus" no livro de Brown. Artifício de citar o LHC foi usado para colocar o livro em dia com algo que pode gerar a tal particula citada no livro.

O tempo no filme é indiscutivelmente mal trabalhado. São 20h e está um dia lindo do lado de fora e....58 minutos depois....uma noite maravilhosa com uma lua sorridente aos ceus !

Tom hanks é praticamente um Magaiver. Cara, fico surpreso quando ele resolve todos aqueles quebra-cabeças impossiveis, acho que ele compra aquele "Cruzadinhas dificuldade GOD". A biofísica, que entende até demais de medicina, trabalha bem, mas seu papel é um pouco desprezível.Prefiriria que só existisse o Langdon e mais nenhuma mulherzinha pra ajuda-lo !

História bem amarrada, muito bem pensada e trabalhada (o final, em si, é surpreendente), mas a ação que superou a explicação me deixou meio triste, continuo com Código da Vinci. As duas horas e vinte de filme serviram muito bem para apresentar essa outra fascinante história de Dan Brown, claro que o filme tem lá as suas diferenças do livro, mas nada que afete o bom trabalho feito nele ! 


Total de estrelas: 3 estrelas

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Dicas para o fim de semana - >2001: Uma odisseia no espaço

Os 20 primeiros minutos do filme fazem você pensar muito.
E bota muito nisso !

O filme começa com uma metáfora até que facil de enteder: "The Dawn of the men" = "O amanhecer (A aurora) do homem". Ou seja podemos entender esse amanhecer, essa aurora, como o nascimento do homem.

Aquela maldita pedra (monolito) ainda me deixa intrigado, mas dá pra perceber no filme quando os macacos "kubriquianos" entram em contato, é como se o homem estivesse entrando em contato com o desconhecido. Percebemos o medo do macaco encostar naquele corpo estranho, isso representa a dificuldade e o medo que o homem tem com o desconhecido, a dificuldade que ele tem para desvendar seus mistérios, que, pouco a pouco, vão se revelando, ao mesmo tempo, que pouco a pouco o macaco vai chegando mais perto da pedra, que rompe a rotina mundana de todos por ali.

Mas sei que existe uma outra forma, de entender sua presença, em especifico, que eu tento descobrir !

Kubrick realmente revolucionou o cinema, com uma trilha sonora em perfeita sincronia com tudo.
A cena em que o macaco "alfa" pega o osso pela primeira vez é simplesmente linda, podemos ver que o osso antes usado com arma, quando arremessado para o céu se torna uma estação espacial, ou seja, em ambas as épocas ele é uma invençaõ do homem, sendo na primeira uma invençao já pronta (osso) e a segunda (estação espacial) uma mais complexa.

Se formos levar o filme por um lado evolucionário encontramos alguns defeitos, antas existiam já naquela época ? Guepardos e onças também ? Mas isso com certeza é o menos importante para um filme de peso !

Mas o filme tem muito mais mensagens do que podemos imaginar. Imagens que nem se você prestar a maxima atençao consegue capta-las


Resumindo, o filme é a capela sistina do cinema, a obra prima máxima da ficção, composta por um gênio chamado Kubrick. O filme vai muito além das músicas clássicas, composto por mil metáforas 2001 se tornou um marco na história do sci-fi movie !


Total de estrelas:  5 estrelas (muito bem merecidas)

domingo, 17 de maio de 2009

Dicas para o fim de semana: Bolt

Parece que a Disney tem o dom.
Repetir formulas que já deram certo não é o adequado no mundo do cinema, mas quando estamos falando de uma empresa chamada Disney, ela sim, é um ponto fora da reta.
O filme não é um dos melhores da Disney, mas é bom, isso,, não posso negar !
Mas um coisa ficou muito evidente no meio do filme para mim: a história é inegavelmente parecida com procurando o nemo.
Só que nesse caso é o cachorro procurando o caminho de volta para a sua dona.
No meio da aventura ele encontra uma gata (que me lembra muita a cowboy, amiga do woody, em toy story 2, que detesta sua dona).
Mas referencias a parte, o filme é pura diversão.
O cachorrinho fofinho e tonto, acredita que tem os superpoderes que possui na sua série de TV, mas nada passa de um truque, em que a equipe de filmagem, captura as imagens sem que o cachorro perceba que aquele é um mundo ficticio.
O hamster (Rhino) é pura diversão também. O senso de humor, os olhos cheio de lagrimas quando encontra seu heroi da "caixa mágica" (TV), ele garante boas risadas.

No total o filme é bom, mas repetiu uma fórmula que já deu certo, por isso perde alguns pontos no quesito criatividade.


Wall-e continua sendo o melhor filme da Disney até hoje.



Nota final: 4 estrelas !